segunda-feira, 28 de junho de 2010
Um quarto dos Países Baixos fica abaixo do nível do mar.
A Corte Internacional de Justiça (Palácio da Paz) é sediada em Haia.
Nos Países Baixos ainda há cerca de 1000 moinhos de vento funcionando.
Os Países Baixos, com seus 0,008% da superfície mundial, são o terceiro país do mundo, atrás os Estados Unidos e a França, exportador de produtos agrícolas.
Somente 5% da população neerlandesa trabalha na agricultura.
Nos Países Baixos se come o arenque (um tipo de peixe) cru, apenas passado em cebola picada e sal.
Os Países Baixos têm mais de 15.000 ciclovias, há tantas bicicletas quanto habitantes.
A Cidade de Amsterdã é a capital dos Países Baixos, mas a sede do Governo fica na Cidade de Haia.
O Aeroporto internacional de Amsterdã - Schiphol - fica a 4,5 m abaixo do nível do mar.
Em Amsterdã vivem pessoas de 140 nacionalidades.
A bala favorita dos neerlandeses - drop - é salgada.
Os neerlandeses são o povo mais alto do mundo.
Os Países Baixos são um dos fundadores da União Européia.
Os Países Baixos têm a maior concentração de museus do mundo, dos quais 42 em Amsterdã.
Na Província de Frísia há tantas vacas quanto pessoas.
Em Amsterdã você pode ver 206 quadros de Van Gogh e 22 obras do Rembrandt.
O ponto mais alto dos Países Baixos fica na Província de Limburgo e tem 321 m.
A maioria dos neerlandeses sabe falar um idioma estrangeiro.
Na Cidade de Roterdã fica o maior porto do mundo.
Nossos melhores pratos culinários vêm do estrangeiro.
Depois dos escandinavos os neerlandeses são os maiores consumidores de café no mundo.
Flores são vendidas em praticamente todos os lugares.
Um em cada três neerlandês é sócio ativo de uma associação esportiva.
domingo, 11 de abril de 2010
Revolução verde refere-se à invenção e disseminação de novas sementes e práticas agrícolas que permitiram um vasto aumento na produção agrícola em países menos desenvolvidos durante as décadas de 60 e 70.
O modelo se baseia na intensiva utilização de sementes melhoradas (particularmente sementes híbridas), insumos industriais (fertilizantes e agrotóxicos), mecanização e diminuição do custo de manejo. Também são creditados à revolução verde o uso extensivo de tecnologia no plantio, na irrigação e na colheita, assim como no Gerenciamento de produção. De uma forma crítica, a "Revolução Verde", proporcionou através destes 'pacotes' agroquímicos a degradação ambiental e cultural dos agricultores tradicionais.
Esse ciclo de inovações se iniciou com os avanços tecnológicos do pós-guerra, embora o termo revolução verde só tenha surgido na década de 70. Desde essa época, pesquisadores de países industrializados prometiam, através de um conjunto de técnicas, aumentar estrondosamente as produtividades agrícolas e resolver o problema da fome nos países em desenvolvimento. Mas, contraditoriamente, além de não resolver o problema da fome, aumentou a concentração fundiária, a dependência de sementes modificadas e alterou significamente a cultura dos pequenos proprietários.
A introdução destas técnicas em países menos desenvolvidos provocou um aumento brutal na produção agrícola de países não-industrializados. Países como o Brasil e a Índia foram alguns dos principais beneficiados na produção, mas também mais prejudicados ambientalmente e culturalmente, pois muitas técnicas agrícolas que harmonizavam com a produção de alimentos, foram tratadas como "atraso", e em busca da modernidade, efetuou-se um caso clássico de modernização conservadora, onde, em benefício de poucos se destruiu o patrimônio de todos.
No Brasil, passaram a desenvolver tecnologia própria, tanto em instituições privadas quanto em agências governamentais (como a Embrapa) e universidades. A partir da Década de 1990, a disseminação destas tecnologias em todo o território nacional permitiu que o Brasil vivesse um surto de desenvolvimento agrícola, com a aumento da fronteira agrícola, a disseminação de culturas em que o país é recordista de produtividade (como a soja, o milho e o algodão, entre outros), atingindo recordes de exportação. Há quem chame esse período da história brasileira de Era do Agronegócio (ou Era do Agrobusiness, embora esse último termo soe provocativo em alguns círculos nacionalistas).
Em contrapartida ao aumento na produtividade gerados pela Revolução Verde, observou-se nos países subdesenvolvidos o aumento da estrutura latifundiária, uma vez que os pequenos agricultores não conseguiram financiar os gastos necessários para acompanhar a Revolução. Também criou-se uma dependência tecnólogica dos países subdesenvolvidos para com os desenvolvidos, além de muita poluição sobretudo causada pelo pesticida DDT, mas também na indústria de fertilizantes.
Alguns críticos tem teses de que a Revolução Verde causou grandes impactos ambientais, como destruição de alguns nutrientes do solo pelos adubos usados em excesso, e até a poluição de rios: alguns fertilizantes escoam para os recursos hídricos, geralmente próximos,e isso faz-se propositalmente para ajudar na irrigação Os processos produtivos oriundos da revolução nunca obtiveram redução nos custos de produção. Antes deste processo de corrosão da agricultura camponesa, a produção baseava-se em insumos internos, e obtiam boa produtividade em solos bem manejados. A utilização de insumos externos (fertilizantes, biocidas) comprados a preços altíssimos, não só aumentou os custos de produção como o deixou extremamente endividado.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
A primeira revolução industrial ocorreu aproximadamente no ano de 1750, onde os ingleses recrutaram crianças e trabalhadores para exercerem profições principalmente na industria textil.
A segunda revolução industrial foi caracterisada pela troca de humanos por maquinas, e tambem pela ultilização do petroleo e energia eletrica.
A terceira revolução industrial é a q desenvolveu principalmente a tecnologia de ponta para empresas, tambem a corrida espacial onde muitas pessoas foram beneficiadas.